“Crepúsculo dos Ídolos” foi uma das últimas obras de Nietzsche, escrita em 1888, pouco antes de o filósofo ser tomado pela loucura. Ele mesmo descreveu esse livro como uma espécie de aperitivo, algo que deveria “abrir o apetite” dos leitores para mergulhar em sua filosofia. Neste texto, Nietzsche oferece uma síntese poderosa e acessível de sua obra, ao mesmo tempo que declara guerra aos “ídolos” — as crenças e ilusões enraizadas no pensamento ocidental. E você aprenderá isso lendo o livro.
Com um espírito combativo, o autor investe contra as ilusões da sociedade, antigas e modernas, questionando ícones e ideias que muitos tomam como verdades absolutas. Nesse ataque multifacetado, Nietzsche aborda temas como o perspectivismo, sua visão aristocrática, o realismo na sexualidade, o materialismo, além de uma análise psicológica afiada de artistas e pensadores. Cada página oferece um mergulho nas convicções filosóficas de Nietzsche, e você aprenderá mais lendo o livro.
Nietzsche também ironiza o título da famosa ópera de Wagner, “Crepúsculo dos Deuses”, renomeando-a como “Crepúsculo dos Ídolos”. Ele escolhe a palavra “martelo” no subtítulo com um duplo sentido: a marreta que destroça ídolos e também o diapasão que revela o som oco das ilusões. Leia e descubra como a história termina, compreendendo como Nietzsche desafia a fundo as crenças de seu tempo.
Crepúsculo dos ídolos foi a penúltima obra de Nietzsche, escrita e impressa em 1888, pouco antes de o filósofo perder a razão. O próprio Nietzsche a caracterizou como um aperitivo, destinado a “abrir o apetite” dos leitores para a sua filosofia. Trata-se de uma síntese e introdução a toda a sua obra, e ao mesmo tempo uma “declaração de guerra”. É com espírito guerreiro que ele se lança contra os “ídolos”, as ilusões antigas e novas do Ocidente. De tão variados e abrangentes, esses ataques compõem um mosaico dos temas e atitudes do autor: o perspectivismo, o “aristocratismo”, o realismo diante da sexualidade, o materialismo, a abordagem psicológica de artistas e pensadores, o antigermanismo, a misoginia. O título é uma paródia do título de uma ópera de Wagner, Crepúsculo dos deuses. No subtítulo, a palavra “martelo” deve ser entendida como marreta, para destroçar os ídolos, e também como diapasão, para, ao tocar as estátuas dos ídolos, comprovar que são ocos.
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